“Contudo, aos que O receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” João 1.12 (NVI)
Todos nós, crentes, já ouvimos esse texto alguma vez na vida. Aplicamo-lo de várias formas, principalmente no evangelismo, desmascarando a mentira de que todo ser humano é filho de Deus. João deixa claro na abertura de seu evangelho que só pode tornar-se filho de Deus aquele que recebe Jesus. Isso é ponto chave da nossa doutrina cristã.Porém, é a um detalhe que quero apegar-me nesse versículo. Quando recebemos a Jesus, quando cremos em Seu nome, nós somos recebidos como filhos de Deus (Gálatas 4.4,5). Mas o que recebemos de Jesus é o DIREITO, ou conforme a versão ARA “o poder de serem feitos filhos de Deus”. Pra mim, fica bastante nítido que ser aceito como filho e viver como um filho que agrada a Deus são coisas bastante distintas. E ao olhar para minha vida como filho de Deus, percebo que muito pouco hoje eu usufruo dessa filiação.
É como se um mendigo recebesse uma herança bilionária, guardasse tudo num cofre escondido e continuasse a viver como mendigo. Na realidade ele é podre de rico, mas não percebeu isso e continua a viver como pedinte.
Jesus, o Filho Unigênito de Deus, viveu seus dias na terra como filho. Observe quantas vezes esse termo é usado em relação à Sua pessoa. O próprio satanás, quando vai tentar Jesus, das três tentativas usa dessa expressão duas vezes: “Se tu és o filho de Deus...”. O Pai, após o batismo brada ao mundo: “Este é o meu filho amado, de quem me agrado”. Fato é que Jesus viveu seus dias terrenos como filho de Deus, e esse é o mistério que envolve a autoridade que estava em Sua vida. Precisamos entender que Jesus não usou de Sua divindade enquanto esteve aqui. A autoridade de Jesus estava baseada em seu procedimento de ser um filho que agrada o Pai.
O privilégio de ser um filho de Deus foi estendido a nós após o sacrifício de Jesus. Mas o que temos feito com isso? Muitas vezes nos encontramos sem norte, perdidos, buscando agradar a Deus, mas tendo a consciência de que não é isso o que estamos fazendo. Então, será que a palavra de Deus tem uma direção clara para que vivamos de uma forma que agrada ao Senhor? Tenho certeza que sim.
O único porém é que, após estudar e refletir o assunto, você não pode mais dizer que é inocente ou ignorante a respeito disso. A decisão de viver conforme a vontade de Deus, de ser um filho amado “de quem ELE se agrada” é totalmente sua.
E aí? Está disposto??
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
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2 comentários:
Aeee Zinhudooooo
agora simmmmm deu pra vir aki
=))
e dessa vez eu consegui ler o textoo asuhhus!!!..
realmente tdo o q vc escreveu eu concordo!!
Deuss eh nosso Paii..podemos confiar plenamente nEle neh!!
eu Amoooo demaiss nosso Papai do Ceuu! =))
e eu tbm amo mto meu amiguinhoo
q me ajdua sempree ..brigadinha viu!
bjo bjo fika com DEUSS
=)
Esse é um texto de peso. Geralmente estamos acostumados com a eterna idéia de sermos servos de Deus, mas nos esquecemos de que somos filhos dEle, reconciliados na pessoa de Jesus.
Interessante essa postagem!
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